sábado, 25 de setembro de 2010

E foi num dia muito especial...

Quis o Pai do Céu que a minha melhor corrida coincidisse com uma data muito, muito especial: o aniversário da minha mãe!

Ela é minha companheira, minha grande apoiadora e incentivadora, e claro que dedico a ela este grande resultado.

Além disso, foi muito legal ela receber não apenas o meu carinho, mas o de toda galera do Parakart, como vocês poderão ver no vídeo abaixo.

Parabéns, mãe! Você merece! Beijos e que Deus te abençoe! :)

A melhor corrida da minha vida!

Ah, nem dava pra dar outro título para este post. Apesar da minha "vida de piloto" ter começado apenas no ano passado, posso dizer sim que mandei bem pra caramba... hehehe

Em segundo no grid, consegui uma excelente largada e pulei pra primeiro antes da primeira curva. A partir daí foram praticamente dez voltas na liderança, sofrendo uma pressão incrível do Rafael (simplesmente o líder do campeonato 2010, além de duas vezes vice campeão brasileiro e uma vez vice na Copa São Paulo). E apesar dessa pressão toda, consegui me manter concentrado e praticamente não cometi erro nenhum.

Só que... o Rafael é muito bom (vide o currículo do cara ali em cima), e no meu único vacilo me ultrapassou, muito mais por méritos dele do que por falha minha.

O legal é que a tendência daí pra frente seria receber pressão do Stéphane e do Thiago, que vinham logo atrás. Mas a pressão não aconteceu, e bastou eu manter a concentração nas cinco voltas finais e garantir meu melhor resultado até hoje pela Copa São Paulo.

Além disso, foram vinte pontos preciosíssimos que, combinados com a falta de sorte dos meus adversários, me colocaram na briga pelo quinto lugar da Copa.

Hoje estou em nono, mas apenas nove pontos me separam do quinto, a duas corridas do final.

Que essa tsunami de sorte continue, e na próxima etapa eu consiga mais uma boa corrida.

Estou mais confiante do que nunca! :)

domingo, 19 de setembro de 2010

Sim! Sim! Sim! Aconteceu de novo!

Um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar?

A resposta é Sim!

E a prova disso é que... Sou bicampeão em Valinhos! hehehe

E foi um dia muito especial por outros motivos. Conheci pessoalmente um casal de amigos depois de dois anos de amizade virtual, e meu filhote foi torcer por mim com a namorada.

Juntando com a minha mãe, foram cinco pessoas... Minha maior torcida... kkkkkkk

Bom, vamos à história da corrida...

Eu brinquei muito com a história de ser o primeiro campeão de Valinhos, e que ia pra lá defender o meu título, etc. Mas a verdade é que eu ficaria muito feliz com um lugar no pódio.

Tanto que minha primeira preocupação foi saber quantos pilotos correriam e quantos iriam ao pódio.

Aí veio a primeira surpresa: somente sete pilotos iriam correr, e seis seriam premiados. Desses sete que correriam, três não conheciam a pista.

Isso me colocava na briga pelo terceiro lugar, já que na minha opinião a vitória ficaria entre dois pilotos: O Stéphane e o Rodolfo.

Com o pódio praticamente assegurado, só me restava fazer uma corrida sem erros, como sempre.

A próxima surpresa foi que, devido a problemas na cronometragem, o grid de largada foi sorteado. Claro que eu larguei lá atrás né? kkkkkkk

Com o acidente do Mario na classificação, apenas seis carros largaram. Com o Stéphane largando em sexto, a corrida estava na mão do Rodolfo, que largou em segundo. E eu, na quinta posição, mais do que nunca faria uma corrida de espera.

Quando a corrida começou, eu usei a experiência e fui fazendo a minha corrida. Entre acidentes e ultrapassagens, ganhei uma posição, depois outra e outra.

Lá pelo meio da corrida eu já era o segundo. O Stéphane vinha em quarto e o Rodolfo em quinto, depois de bater.

Foi quando eu pensei: Agora que eu estou em segundo, quero ganhar essa bagaça. Agora eu vou mesmo correr pra defender meu título.

E foi uma corrida maravilhosa, cheia de emoção. O Romar, que havia largado em primeiro, fez uma corrida brilhante. Tentei ultrapassá-lo de todas as formas, mas ele não deu uma brecha sequer.

Ou melhor, deu apenas uma brecha, e foi por ali que eu passei.

A essa altura faltavam cinco voltas para o final, e foi só manter a concentração e levar o carrinho até ao final.

Não comemorei muito por causa de um acidente na última volta com o Popó. Mas confesso que nem isso me tirou o delicioso sabor da vitória.

Diferente da primeira, essa vitória não veio por sorte, e sim depois de muito esforço e competência. Até ali foi a minha melhor corrida.

Ao final de tudo, muita alegria e brincadeiras.

Não vejo a hora de voltar a Valinhos... hehehe





domingo, 29 de agosto de 2010

Sobre a Copa São Paulo...

Como eu falei algumas postagens atrás, depois do começo de campeonato horroroso que eu fiz, deixei de me preocupar com a classificação e passei a correr atrás apenas dos pódios.

Mas confesso que depois dos últimos resultados voltei a me animar.

Ao observar a tabela, percebi que hoje existem três disputas distintas: quatro pilotos lutam pelo título, quatro lutam pelo quinto lugar e quatro lutam pelo nono lugar.

Eu entrei nesse terceiro grupo. Hoje sou o décimo, dois pontinhos atrás do nono. A partir daí fica muito difícil conseguir uma posição melhor, já que 19 pontos separam o oitavo do nono, e num campeonato tão equilibrado, essa é uma diferença imensa.

De qualquer forma, se eu conseguir o nono lugar será uma evolução em relação ao ano passado, quando fui 13º. Ainda mais depois do meu início ruim, o nono lugar é uma posição muito digna, e eu vou atrás dela.

Motivação não me falta. :)


Próxima etapa da Copa São Paulo de Parakart:
25 de Setembro de 2010

sábado, 28 de agosto de 2010

Bom dimais da conta, sô!

Caras, acreditem ou não... eu consegui mais um pódio!!!!! Uhuhuuuuuuu!!!!!

Foi a velha história de sempre: fiz um ótimo treino na quarta-feira, e hoje, na classificação, mandei bem de novo e consegui um excelente segundo lugar no grid.

E tem mais: pela primeira vez eu briguei de verdade pela pole. Estava super confiante, super à vontade no carrinho, e disputei a pole volta a volta, até o finalzinho da classificação.

Na largada eu perdi uma posição, e ao longo da corrida perdi mais duas. Ainda assim fiquei mais do que satisfeito com o quinto lugar.


Confesso pra vocês que ainda não me vejo no mesmo nível dos caras que brigam pela vitória, então o que eu quero mesmo é pódio e trofeuzinho. Chegar em quarto, quinto ou sexto pra mim dá na mesma, o que vale é trazer um trofeuzinho pra casa.

Pode parecer um pensamento meio modesto, até mesmo derrotista, mas quando vejo que ao final da corrida chegaram à minha frente apenas os quatro pilotos que estão na briga pelo campeonato, eu já me sinto um vencedor.

E numa dessas eles dão um vacilo e eu vou pras cabeças... hehehe


Próxima etapa da Copa São Paulo de Parakart:
25 de Setembro de 2010

sábado, 7 de agosto de 2010

De volta ao pódio, que delícia!

Definitivamente a minha má fase passou, e em grande estilo.

Vencer em Valinhos foi maravilhoso pelo resultado em si, mas sempre fica aquela sensação de que foi apenas uma corrida de demonstração, de que foi sorte, de que as feras não estavam todas lá, etc.

É na Granja Viana que o bicho pega pra valer.

Então eu precisava muito de um bom resultado na Granja pra afastar qualquer dúvida de que posso brigar de igual para igual com os outros pilotos.

E o resultado veio!


Larguei numa excelente quarta posição, subi para terceiro na largada, depois perdi uma posição e cruzei a linha de chegada em quarto lugar, minha melhor posição na Granja!

Após largar na quarta posição, a estratégia era fazer uma corrida conservadora, sem erros, administrando o resultado. E foi exatamente o que eu fiz.

Procurei fazer um traçado defensivo, sem dar espaços para ultrapassagens. Isso fez com que eu mantivesse um ritmo mais lento que os outros pilotos, e consequentemente sofresse algumas pressões.

Mas consegui administrar bem a corrida, chegar no quarto lugar e trazer um trofeuzinho para casa!

Com esse já são três no ano. Restam quatro corridas, e se eu conseguir mais um ou dois trofeus já está bom demais! :)




Próxima etapa da Copa São Paulo de Parakart:
28 de Agosto de 2010

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Novos ares...

Puxa, parece que finalmente as nuvens negras se dissiparam.

Começou com a disputa do Campeonato Brasileiro, onde repeti o oitavo lugar do ano passado e voltei a andar entre os dez primeiros depois de três longas corridas.

Aí veio aquela corrida maluca em Valinhos, onde mais maluca ainda foi a minha vitória... hehehe

Hoje eu novamente acelerei meu kart 34, no treino para a sexta etapa da Copa São Paulo de Parakart.

Mais uma vez fiz um bom treino, e estou muito confiante para a corrida de sábado.

A vitória em Valinhos realmente tirou um peso enorme das minhas costas. Eu comecei o ano animado, depois veio a frustração e agora estou com uma sensação gostosa de missão cumprida. Embora esteja apenas no 14º lugar do campeonato, a primeira vitória literalmente salvou o meu ano.

Daqui pra frente o que vier é lucro, e acima de tudo, acreditem: estarei me divertindo. :)


Próxima etapa da Copa São Paulo de Parakart:
07 de Agosto de 2010

domingo, 25 de julho de 2010

Um dia muito, muito especial (parte 2)

Quando vi a lista da galera que ia pra Valinhos, confesso que minhas pretensões de pódio diminuiram bastante.

Afinal, dos oito primeiros no Brasileiro, seis estariam em Valinhos.

A esses seis, podíamos somar outros dois que não correram na Granja Viana, mas que haviam treinado em Valinhos e estavam entre os favoritos para a corrida.

Ou seja, na melhor das hipóteses eu brigaria por um sétimo lugar, e já que apenas os cinco primeiros estariam no pódio, não seria dessa vez que eu traria um trofeu para casa.

Felizmente pra mim, na prática a teoria é outra... hehehe

A pista era uma doideira. O circuito foi montado dentro de um parque, o asfalto estava soltando, a pista era super estreita e perigosa, os pneus patinavam como se estivéssemos na chuva. Enfim, as condições mais adversas possíveis.

Eu costumo dizer que, pra mim, quanto pior, melhor. Então estava curtindo demais aquilo tudo... hehehe

Veio a classificação, e a primeira surpresa do dia: marquei o terceiro tempo.

Numa pista com pouquíssimos pontos de ultrapassagem, era um passo enorme rumo ao pódio. Basicamente eu só precisava fazer uma corrida sem erros. E foi o que eu fiz.

Enquanto os dois líderes disparavam na frente, eu me preocupei em não errar. O carro escorregava pra cá e pra lá, nas freadas eu tomava uns empurrões do kart de trás, mas tava tudo bem, tudo sob controle.

A cinco voltas do final eu passei por um kart batido, e tive a impressão de que era o que vinha em segundo lugar. Na curva seguinte, outro kart parado, e a impressão de que era o que vinha em primeiro.

Pensei comigo: ah não, seria muita sorte. Vou manter a concentração e garantir aqui o meu terceiro. Depois a gente vê o que acontece.

Ao final da corrida eu vibrei pois sabia que tinha chegado ao pódio, se em primeiro, segundo ou terceiro, eu não sabia. Mas estava no pódio... hehehe

Depois de longos 40 minutos veio a confirmação: o bonitão aqui tinha conseguido a primeira vitória na carreira!

Ah cara, foi legal demais! As pessoas estavam realmente felizes por eu ter vencido. E eu tirei a maior onda... hehehe

Afinal me tornei o primeiro vencedor na história do Parakart valinhense! Uhuuuuu! :)




Dormindo com o trofeu da minha primeira vitória... hehehe

Um dia muito, muito especial (parte 1)

Nesta noite eu mal dormi. Fui pra cama às 4h30, e às 6h00 já estávamos rumando ao kartódromo Granja Viana, para a disputa do Campeonato Brasileiro.

Chegamos lá pouco depois das 7h00. Tomamos um cafezinho e ficamos curtindo o movimento.

O dia começou muito bonito. Um sol gostoso, uma brisa. O clima entre as pessoas também era dos melhores.

Seriam duas baterias, com um intervalo de cerca de 40 minutos entre uma e outra.

Na classificação para a primeira bateria, eu fiquei meio frutrado, pois em nenhum momento consegui pista livre. Cravei o nono tempo, mas fiquei com a sensação de que poderia ter feito muito melhor.

Já na corrida eu fiz um bom trabalho, sem erros. O único porém foram os problemas físicos que sempre me acompanham. Senti muitas dores nos braços, mas na base da força de vontade consegui ir até o final, e obtive um resultado muito bom: sétimo lugar!

Nossa, há quanto tempo eu não terminava entre os dez primeiros!

Dei um tempo na alegria, e passei a me preocupar em me recuperar para a segunda bateria. Tinha cerca de 40 minutos para me colocar em condições de correr.

Nem saí do kart. Apenas tirei a parte de cima do macacão e melequei os braços de pomada Cataflan, isso sem contar os dois Dorflex que mandei pra dentro... hehehe

Veio a segunda bateria, e... agradável surpresa! Não senti dores! Fiz mais uma boa corrida, e se não fosse uma bobeira no finalzinho, teria repetido o sétimo lugar da primeira.

Resultado: nono lugar na segunda bateria, e na soma dos resultados terminei o Brasileiro no oitavo lugar, que era o meu objetivo.

Agora era só pegar as coisas e rumar para Valinhos.

Depois da disputa do Brasileiro, era hora da gente se divertir um pouco. :)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Vai começar de novo...

Ufa! Após algumas semanas parado, finalmente voltei a acelerar meu kart 34.

Nada como uma pausa pra colocar a cabeça no lugar, e novas metas pra dar uma reanimada no espírito.

E senti os ares da mudança já neste treino para o Brasileiro.

O kartódromo é o mesmo, a galera, a pista, nada é novidade aqui. Estamos em casa, no ambiente que conhecemos tão bem.

Mas estou diferente, mais confiante. Fiz um bom treino, curti bastante o traçado. Acima de tudo, me sinto mais leve, mais feliz.

Ah, outra novidade. Neste domingo Valinhos estará organizando o seu primeiro GP de Kart, e o Parakart estará presente, fazendo uma corrida de demonstração.

Ou seja, domingo farei três corridas, duas pelo Brasileiro na parte da manhã, e uma à tarde em Valinhos.

Se o corpo aguentar, será um dia muito divertido... hehehe

domingo, 20 de junho de 2010

Classificação da Copa São Paulo de Parakart 2010

Após 5 etapas:


Próxima etapa da Copa São Paulo de Parakart:
7 de Agosto de 2010

Novos objetivos...

Ah, confesso que quando o ano começou, eu estava bem animado, com muita esperança de fazer um campeonato equilibrado, para quem sabe pegar uns pódios e brigar pelo sétimo lugar.

Mas depois de três corridas tão ruins, meu campeonato foi pro vinagre.

Sem grandes expectativas em relação à classificação, resolvi traçar novos objetivos.

Daqui pra frente correrei uma corrida de cada vez. Parece meio óbvio, mas o que eu quero dizer é que vou dar o meu melhor a cada etapa, sem me pressionar por uma melhor colocação na classificação.

Ou seja, a minha luta daqui pra frente é tentar pegar alguns pódios e colocar alguns trofeus na parede.

Serão cinco etapas daqui pro final do ano, mais o Campeonato Brasileiro em julho.

Seis oportunidades para dar um pouquinho de alegria pra galera. :)

sábado, 19 de junho de 2010

Três corridas para esquecer...

Oi amigos...

Andei um período meio quieto, meio sumido. Quem me conhece sabe que eu sou assim mesmo, de vez em quando preciso me trancar na ostra para colocar as ideias em ordem.

Bom, com relação ao kart, foi um período horroroso, tenebroso, horripilante. Eu comecei o ano super animado, e apesar de estreiar com um 14º lugar, o pódio logo na segunda corrida me fez acreditar que seria um campeonato repleto de passarinhos, flores, borboletas, sol brilhando, nuvens no céu...

Só que...

Só que esse é o mundo dos Teletubies. No mundo real, pelo menos no meu mundo real, as coisas não são assim tão fáceis.

Dá pra resumir a terceira, a quarta e a quinta etapas da Copa São Paulo em quatro palavras: "três corridas para esquecer".

Não aconteceu nada de anormal. Não errei, não rodei, não bati... Apenas não consegui andar rápido.

Aliás, essa foi uma importante lição que aprendi. Tem dia que não é dia e, por mais que a gente se esforce, o resultado pura e simplesmente não vem.

Os resultados? 13º, 14º e 17º lugares. E lá fui eu pra parte de baixo da tabela de novo.

Agora a Copa São Paulo dá uma parada. Julho é mês de Campeonato Brasileiro.

Espero que os novos ares do Brasileiro levem para longe essa fase ruim, e que o segundo semestre seja bem melhor que o primeiro. :)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

2 ANOS DE NAMORO!!!

E ENTÃO O AMOR
Alex Porahy


Ela foi minha primeira namorada e nela dei meu primeiro beijo apaixonado, e depois daquela tarde chuvosa de outubro passaram-se nove anos.

É bem provável que tenhamos sido felizes na maior parte desses nove anos, e embora ela tenha se tornado a mãe do meu filho, eu sinceramente não me lembro com muita saudade dessa época.

Confesso que é meio estranho dizer isso, já que eu fui realmente apaixonado. Mas hoje posso dizer com toda a certeza que não era amor.

Ela foi minha segunda namorada, e com ela eu tive muitos momentos felizes, e ela estava ao meu lado quando enfrentei uma das maiores dificuldades da minha vida.

E nos quatro anos que passamos juntos fiz muitas juras, e nunca tive vergonha de declarar o que sentia por ela.

Mas hoje, quando olho para trás, apesar de ter sido realmente apaixonado, posso dizer com toda a certeza que não era amor.

Ela foi minha terceira namorada, embora eu devesse chamá-la de anjo. Foi alguém especial, e os quinze anos que nos separavam jamais tiveram qualquer influência em nossa relação.

Pelo contrário. Nos quase dois anos que passamos juntos, nunca houve um desentendimento, uma discussão, uma palavra mais dura. No máximo ela derrubou algumas lágrimas quando percebemos que, sabe-se lá porque, estávamos chegando ao fim.

Foram dois anos de risos, carinhos, muitas coisas boas. Mas hoje posso dizer com toda a certeza que não era amor.

E então veio aquela fria noite junho. E da maneira mais inesperada eu conheci a menina mais encantadora de todas.

Leve, suave, deliciosamente divertida e apaixonante.

Dona do mais belo sorriso, da boca carnuda e rosada mais desejável, da pele mais macia e cheirosa, e dos olhos castanhos e brilhantes que enxergaram o que mais ninguém conseguiu: a minha alma.

Seu beijo é o melhor, e em suas curvas generosas eu me perco, mas também me encontro. Porque foi em seus braços que descobri o meu lugar, e é em sua presença e apenas na sua presença que eu me sinto verdadeiramente feliz, verdadeiramente em paz.

Quando meus dias são vazios e sem graça, sem cor e sem sentido, basta ouvir a sua voz para que tudo se transforme em vida!

Isso mesmo, vida! Essa é a palavra que melhor define como eu me sinto!

Essa menina é a minha vida, é por ela que eu abro meus olhos todas as manhãs, é nela que estão meus melhores pensamentos ao longo do dia, e é ela quem eu peço a Deus em minhas orações quando vou dormir.

Ela não é perfeita. Não quer ser. E nem precisa.

Aliás, ela não precisa fazer nada para ser merecedora do meu amor.

Se eu pudesse escolher mudar alguma coisa nela, qualquer coisa, escolheria mudar coisa alguma. Sequer um fio de cabelo.

A quero exatamente do jeitinho que é.

Admiro seu caráter, seu talento, sua inteligência, seu jeito divertido e até um pouquinho desastrado.

Ah, e como ela é linda! Exuberante, maravilhosa, vivendo o auge da sua feminilidade e sensualidade com seus trinta e poucos anos.

Mais do que especial, ela é única!

E agradeço sempre a Deus por tê-la colocado em minha vida, e por me permitir fazer parte da vida dela.

Neste dois de junho de dois mil e dez completamos dois anos de namoro.

Dois anos de paixão, desejo, carinho, amizade, companheirismo, cumplicidade.

E... sim! Hoje eu posso dizer com toda a certeza que é amor!

sábado, 8 de maio de 2010

Corrida adiada...

Confesso que foi um dia estranho. Eu fiz um bom treino na quarta-feira, e estava confiante para a corrida de hoje.

Só que ao entrar na pista para a classificação, eu estava meio desligado, meio fora de órbita, sem concentração mesmo. E o resultado disso foi um 11º lugar no grid de largada.

A partir daí só me restava tentar ganhar algumas posições, e marcar o maior número de pontos possível.

Mas... A corrida mal começou e já acabou. O motivo? Chuva!

Confesso que pra mim até que foi bom. Embora o 11º lugar na largada esteja mantido, quem sabe num outro dia eu esteja mais inspirado.

Parabéns a todas as mamães lindas deste mundo, em especial a minha mãe e a minha Letícia!!! Vocês são demais!!! :)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Quarta-feira de altos e baixos...

A boa notícia é que fiz mais um excelente treino. Embora tenha marcado apenas os meus tempos, na pista consegui andar algumas voltas no mesmo ritmo do Rafa que, pra mim, é favorito ao título deste ano.

Inclusive, ao final do treino o Rafa me elogiou, dizendo que eu tô andando pra caramba. O Alemão, chefe dos mecânicos, também deu uma força e disse que eu evoluí bastante do ano passado pra cá.

Enfim, eu que já tinha conquistado meu espaço fora das pistas como um cara legal e tudo mais, começo a ganhar o respeito da galera também dentro das pistas, como um piloto rápido.

Pra completar, perdi mais um quilinho desde a última pesagem, chegando à metade do meu objetivo. Terminei 2009 com 94,7kg (com cadeira e equipamento de piloto). Na primeira corrida de 2010, em março, caí para 91,5kg. Já na segunda, três semanas atrás, estava com 90,4kg. E hoje alcancei os 89,4kg. A meta é chegar aos 85kg, o que equivale a uns 70kg sem os equipamentos. Alguém duvida que eu vou conseguir? hehehe

Já o resto do dia foi meio estranho. Eu estava bem, alegre, tranquilo, mas aí aconteceu um lance chato e agora tô meio malz, com uma sensação ruim, um gosto amargo na boca, um aperto no peito.

Preciso do meu remedinho diário, mas não sei se vou receber. =/

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Classificação da Copa São Paulo de Parakart 2010

Notícias... Notícias... Notícias...

Hoje eu resolvi inovar e ao invés de apenas escrever, estou postando um vídeo contando como foi minha corrida anterior.

Aí está ele:



Tá, confesso que ando com preguiça de escrever, por isso o vídeo... kkkkkkkkk

Mas como alguém aí pode ser deficiente auditivo, ou estar acessando de algum lugar onde não possa ligar o som, vou fazer um resumo. Afinal eu tenho um coração muito bom... kkkkkkkk

Como vocês devem ter lido uns posts atrás, a corrida de estreia no Parakart 2010 foi meio frustrante para mim.

Eu fiz um bom treino, uma ótima classificação e larguei em quinto. Só que um acidente logo na primeira curva me jogou pra fora da pista e com isso eu terminei num distante 14º lugar entre 16 pilotos.

Por isso, na segunda etapa, meu único pensamento era me recuperar, marcando o maior número de pontos possível.

Logo na classificação aconteceu um acidente muito feio, assustador mesmo. Um piloto passou por cima da zebra e perdeu o controle do kart. O carinha que vinha logo atrás bateu em cheio e, como não estava amarrado no kart (ele é muletante, mas mesmo assim deveria estar amarrado ao kart), saiu voando do carrinho e rolou na pista. Tudo isso aconteceu logo na minha frente, e minha preocupação naquele momento foi não atropelar meu amigo. Felizmente tudo não passou de um grande susto, o piloto acidentado está bem e acredito que estará conosco na próxima etapa.

De volta à classificação, eu consegui o terceiro melhor tempo (uhuuuu!), e a partir daí passei a me preocupar em passar pela famigerada primeira curva sem acidentes.

Foi dada a largada e desta vez eu larguei bem (eu sempre largo mal... hehehe). Mas um carrinho emparelhou comigo e ficamos num empurra-empurra danado. Aguentei o máximo que pude mas, para evitar um acidente que me deixaria de fora de novo, meti a mão no freio e com isso caí para o nono lugar.

Até aí tudo bem. O pior já tinha passado e agora o lance era fazer uma corrida sem erros e ver o que aconteceria.

Algumas rodadas na minha frente e eu já era o sexto. Então começou uma disputa muito legal entre eu e o Stephane (também conhecido como O Francês, atual terceiro colocado no campeonato), e após termos trocado de posição algumas vezes, caí de novo para sétimo.

Aí minha luta passou a ser ganhar uma posição e chegar ao pódio, afinal até o sexto lugar nós ganhamos trofeuzinho. Só que o carinha que estava na minha frente é, digamos, complicado. Muito rápido, mas molecão. Às vezes meio afoito, impaciente, competitivo um pouquinho além da conta.

Resolvi ter paciência e me manter atrás dele, e só partir para o ataque quando faltassem umas três voltas para o final, assim ele não teria tempo de retomar minha posição. Fiz um traçado super defensivo, sacrificando as curvas e freando forte, sem dar chance para quem vinha atrás.

E a estratégia ("em grego strateegia, em latim strategi, em francês stratégie..." hehehe) deu certo. O carinha que estava na minha frente cometeu um erro e eu fui para cima.

Daí para a frente foi só controlar as dores nos braços (como sempre), confirmar o sexto lugar e trazer o trofeuzinho para casa.

Na temporada passada precisei de nove etapas para conseguir, e este ano, logo na segunda corrida eu consegui.

Hoje estou em décimo no campeonato, e a expectativa é continuar fazendo boas corridas e marcando pontos, para subir cada vez mais.

Como eu falei, esta semana tem mais corrida, e como sempre eu conto com a torcida de vocês.

Como domingo é Dia das Mães, eu quero muito um trofeuzinho para oferecer às duas mamães mais especiais que existem: a minha mãe e a minha Letícia linda!

Um grande abraço em todos, obrigado pela visita e fiquem com Deus. :)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Ela é realmente muito importante para mim...

"Foi o tempo que dedicastes à tua rosa que fez tua rosa tão importante." (Antoine de Saint-Exupéry)

Ela é tão importante para mim, que não lhe dedico apenas o meu tempo... Dedico a minha vida!!!

E como vale a pena!!! Sim, ela vale muito a pena!!!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Lição de vida ou apenas o desejo de ser feliz?

Escrevi este texto em 2004, e ele foi publicado no site da Rede SACI, voltado para deficientes, familiares, amigos e profissionais da área da saúde.

Hoje, seis anos depois, não mudei uma vírgula sequer na minha maneira de pensar.

Espero que curtam.

Ah, como vocês verão no final do texto, meu nome verdadeiro é Alexander Corrêa de Araujo, por isso não estranhem... hehehe... Mas também atendo pela alcunha de Alex Porahy. :)


LIÇÃO DE VIDA OU APENAS O DESEJO DE SER FELIZ?

Alex, ator na peça Noturno, conta um pouco de sua história


Primeiro vou me apresentar. Me chamo Alex, tenho 33 anos, e estou paraplégico há quatro anos e meio devido a uma lesão por arma de fogo após reagir a um assalto.

Acredito que quando uma coisa como essa acontece, devemos nos apegar naquilo que nos restou, e não naquilo que perdemos. E acreditem, um paraplégico ainda tem muito o que fazer na vida.

Hoje em dia, por exemplo, estou fazendo teatro. Algo impensável antes do acidente.

Faço parte de um grupo teatral chamado Oficina dos Menestréis. Mais especificamente, participo de um projeto experimental desenvolvido pelo diretor Deto Montenegro.

Esse projeto teve início em maio de 2003, e a proposta do Deto era formar um grupo com cerca de vinte cadeirantes com o intuito de montar um espetáculo teatral/musical.

Tivemos quatro meses de curso, cujo método original - destinado a andantes - foi totalmente adaptado para os cadeirantes pelo Deto, e quatro meses de montagem do espetáculo. A peça escolhida foi o musical Noturno, de Oswaldo Montenegro.

Foram quatro apresentações em dezembro de 2003, todas com "casa cheia". O resultado foi tão bom que voltamos com mais duas temporadas, uma em fevereiro e outra em março de 2004, num total de quatorze apresentações.

O mais legal nisso tudo é que, ao final de cada apresentação, o público tinha total liberdade para subir no palco e vir falar com o elenco.

E foram inúmeros os casos de pessoas virem falar comigo com lágrimas nos olhos, confessando terem vivido uma das maiores emoções de suas vidas. Algumas nunca tinham ido a um teatro, e se diziam gratas por termos lhes proporcionado momentos tão bons.

Claro que tudo isso envaidece, massageia o ego. Você estar fazendo algo que gosta, e ter o seu trabalho reconhecido é algo que não tem preço.

Isso sem falar naquelas pessoas que diziam que nós éramos lições de vida, por sermos deficientes e mesmo assim mostrarmos tanta alegria, tanta disposição.

Esperem aí. Demorei mas cheguei onde eu queria.

O que uma pessoa portadora de deficiência mais deseja? Se tornar uma lição de vida ou simplesmente fazer as mesmas coisas que uma pessoa dita "normal"?

Acredito que a segunda opção é a mais correta. Afinal, nós lutamos contra qualquer tipo de discriminação, e isso significa que queremos ser iguais a todo mundo.

Confesso que eu nunca acordei e pensei: "Bom, hoje darei uma lição de vida pras pessoas". Pelo contrário, eu acordo e penso: "Pô, eu queria dormir mais um pouco, mas tenho que trabalhar (ou estudar, que seja)". Além disso, seria muita pretensão eu, com tantos defeitos, querer servir como lição de vida.

O xis da questão é esse. Um deficiente quer trabalhar, estudar, namorar, se divertir como qualquer pessoa. Queremos fazer essas coisas não pra servirmos de exemplo nem darmos uma lição de vida pras pessoas. Queremos fazer essas coisas porque isso nos faz felizes. Não fazemos isso pelos outros, fazemos por nós mesmos.

Não há mal nenhum no fato das pessoas ficarem admiradas ao verem um deficiente superar algumas barreiras. Se de alguma forma isso animar as pessoas a tentarem resolver seus problemas, tudo bem.

Só não podemos deixar esse tipo de coisa nos subir à cabeça, e começarmos a achar que somos mais do que alguém. Não somos mais, nem menos. Somos iguais.

Queremos apenas ser felizes. Afinal, ser feliz é uma necessidade.

*Alexander Corrêa de Araujo, 33 anos, é ator. Aos 29 anos ficou paraplégico após reagir a um assalto.


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*Nota do autor: Artigo publicado na Rede SACI em 26.Abr.04.

Ser cadeirante ou estar cadeirante...

A meu ver, existe uma diferença entre ser cadeirante e estar cadeirante.

E antes que passe pela cabeça de alguém me criticar pelo que vou escrever aqui, me chamando de derrotista, pessimista ou coisa parecida, vou logo dizendo que é a minha opinião pessoal, e o que vale para mim pode não valer para as outras pessoas e vice-versa.

Para mim, estar cadeirante significa passar uma temporada na cadeira de rodas. Essa temporada pode variar de alguns dias até alguns anos, dependendo da origem do problema. Mas independente do tempo, cedo ou tarde essa pessoa vai voltar a andar.

Eu sou cadeirante. Há dez anos. Essa é a minha realidade, e é baseado nela que eu toco minha vida. O que aconteceu comigo foi algo sério, grave, e apesar de todos os avanços da medicina, ainda não existe uma cura.

Com frequência recebo notícias de lesados medulares voltando a terem sensibilidade, e até dando alguns passos. É animador e traz esperança. Por enquanto é apenas isso, o que já é muito, pois esperança é algo fundamental na vida de qualquer pessoa, cadeirante ou não.

O fato é que a maior das limitações não está no físico, e sim no psicológico. Ser cadeirante não significa ser incapaz. Muito pelo contrário. Se deixamos de fazer algumas coisas, nos descobrimos capazes de fazer outras tantas. É apenas questão de não se acomodar, de não se esconder, de sair de casa, de conhecer pessoas, de ir à luta.

Ao lesionar minha medula, eu precisei me redescobrir. De um dia para o outro, sem nenhum preparo, me vi num corpo desconhecido para mim, totalmente diferente do que eu estava acostumado.

Mais de dez anos depois, me sinto como se sempre tivesse sido cadeirante. Rever fotos antigas de antes do acidente é, para mim, algo meio estranho. Parece que aquele cara das fotos nunca existiu, parece que não sou eu.

Hoje vivo com um pé na esperança de um dia voltar a andar, e as quatro rodas bem apoiadas no chão, sabendo que isso é praticamente impossível.

Porque primeiro deve ser descoberta uma cura, e depois essa cura tem que estar acessível a mim, financeiramente falando. Se para a medicina, um prazo de 10, 15 ou 20 anos é algo plausível, para mim significa um tempo meio que... longo demais.

Por isso vou tocando a vida como uma pessoa normal. Busco ser feliz como qualquer um, e pra mim isso significa dar muito beijinho na boca linda e macia da Letícia, não deixar nada faltar para minha mãe e meus filhos, poder acelerar cada vez mais meu kart, errar, acertar, cair, levantar, enfim... Viver!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Letícia, Letícia...

O que é isso que você faz comigo, hein? De onde vem essa sua capacidade de tornar meus dias nublados e cinzentos em belas tardes de sol?

Como seu sorriso me faz bem!!! Como seu olhar e sua boca mexem comigo!!! Como você é linda!!! Todinha linda!!!

Meu maior desejo é fazer com que você se sinta como a menina desta canção...


YOU´VE GOT A WAY
Shania Twain
(tradução)

Você Tem um Jeito


Você tem um jeito comigo
De algum modo você me fez acreditar
Em tudo que eu podia ser
Eu preciso dizer
Você realmente tem um jeito

Você tem um jeito, parece que
Você me deu fé para encontrar meus sonhos
Você nunca saberá exatamente o que isso significa
Você não consegue ver
Você tem um jeito comigo

Está no jeito de você me querer
Está no jeito de você me abraçar
O jeito de me mostrar exatamente do que o amor é capaz
Está no jeito como fazemos amor

Você tem um jeito com palavras
Você me faz sorrir mesmo quando sofro
Não tem jeito de medir o quanto vale seu amor
Eu não acredito no jeito que você consegue me atingir

Está no jeito de você me querer
Está no jeito de você me abraçar
O jeito de me mostrar exatamente do que o amor é capaz
Está no jeito como fazemos amor

Oh, como eu te adoro
Como a ninguém antes de você
Eu te amo exatamente do jeito que você é

Está no jeito de você me querer
Está no jeito de você me abraçar
O jeito de me mostrar exatamente do que o amor é capaz
Está no jeito como fazemos amor

É apenas o jeito que você é

Semana corrida...

Esta será uma semana corrida, literalmente. Ainda mais a partir de quarta-feira.

Como é semana de corrida, quarta-feira terei treino. Estou desconfiado que o traçado da segunda etapa será o mesmo do ano passado. Se for, já tenho a corrida na cabeça. É a vantagem de não ser novato... hehehe

Na quinta-feira irei à Reatech 2010, uma feira voltada à galera portadora de necessidades especiais. Lá a gente encontra desde carros adaptados até adaptações de casas e tudo que se relaciona com deficientes físicos.

No meu caso, vou lá pra comprar uma cadeira de rodas nova, já que esta me acompanha há quase dez anos e está fazendo hora extra no mundo... hehehe

No sábado tem corrida (darei mais detalhes depois), e no domingo, se eu tiver pique, darei mais uma passadinha na Reatech.

Ufa! :)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Prosa...

NOITES FRIAS
Alex Porahy


Não importa que aos olhos do mundo eu seja um tolo sonhador
Minha vida já não me pertence, está em suas mãos
Fui eu quem quis assim
Essa foi a minha escolha
E não estou arrependido
Eu até me sinto feliz
Sim, eu estou muito feliz
Mesmo nas noites frias
Eu sou muito feliz!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Certas canções dizem tudo...

I DON´T WANT TO MISS A THING
Aerosmith
(Tradução)

Eu Não Quero Perder Nada


Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirar
Ver o seu rosto sorrindo enquanto você dorme
Enquanto você está longe e sonhando
Eu poderia passar minha vida inteira nessa doce entrega
Eu poderia me perder neste momento para sempre
Todo momento que eu passo com você
É um momento que eu valorizo

Não quero fechar meus olhos
Não quero pegar no sono
Porque eu sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada
Porque mesmo quando eu sonho com você
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente
E eu ainda sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada

Deitado perto de você sentindo o seu coração bater
E imaginando o que você está sonhando
Imaginando se sou eu quem você está vendo
Então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos
Eu só quero ficar com você
Neste momento para sempre, para sempre e sempre

Não quero fechar meus olhos
Não quero pegar no sono
Porque eu sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada
Porque mesmo quando eu sonho com você
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente
E eu ainda sentiria a sua falta, baby

Não quero perder um sorriso
Não quero perder um beijo
Eu só quero ficar com você
Bem aqui com você, apenas assim
Eu só quero te abraçar forte
Sentir seu coração tão perto do meu
E só ficar aqui neste momento
Por todo o resto dos tempos

Não quero fechar meus olhos
Não quero pegar no sono
Porque eu sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada
Porque mesmo quando eu sonho com você
O sonho mais doce nunca vai ser suficiente
E eu ainda sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada

sábado, 3 de abril de 2010

Um ano e dez meses atrás...

... a esta hora eu já tinha me apaixonado pela minha Letícia.

Oficialmente, comemoramos nosso níver de namoro no dia 2 de junho.

Foi assim... Começamos a conversar às 20h30 do dia 2, à 1h20 do dia 3 eu disse "pronto, me apaixonei", e às 6h30 nos despedimos, ansiosos para estarmos juntos de novo.

São lembranças deliciosas, guardadas com muito carinho na memória e no coração.

Te amo, minha Lê linda e gostosa!!! Junto e Misturado Sempre!!! E Pra Sempre!!! S2 S2 S2

Músicas...

Há um grupo chamado Fast Ball que, lá pelos anos 90, gravou uma música chamada The Way. Mesmo curtindo demais essa música, nunca tive curiosidade de conhecer outros trabalhos do grupo. Até hoje.

Estava dando uma fuçada no Youtube, enquanto esperava dar 5 da matina para assistir o treino da Fórmula 1, e eis que encontrei uma outra música do Fast Ball chamada Out Of My Head.

Achei tão gostosinha de ouvir, que resolvi dividir com vocês.

Sem mais delongas, aí estão elas: The Way e Out Of My Head, do Fast Ball. Espero que curtam tanto quanto eu. :)



quinta-feira, 1 de abril de 2010

Um dos meus textos preferidos...

Escrevi isto em 2004, mas sempre que sinto saudade publico em algum lugar.

Chegou a hora de dividir com vocês. :)

Ah, e quatro anos depois de escrever esse texto, conheci minha outra metade. E é incrível como eu acertei quase tudo... hehehe



MINHA OUTRA METADE
Alex Porahy


Ontem eu fui deitar pensando numa menina. Por enquanto ela não é real. Existe apenas em meus sonhos.

Eu acredito que todos têm sua outra metade da laranja, aquela pessoa com quem se deseja compartilhar o resto da vida.

Isso quer dizer que a minha deve estar por aí. Talvez eu até já tenha cruzado com ela, mas ainda não rolou, entendem?

Vou tentar descrever como a imagino.

Ela não é muito alta. Tem um metro e sessenta e pouco. Seus cabelos são castanhos claros, lisos, um pouco abaixo dos ombros. Adoro quando ela faz um rabo-de-cavalo, e deixa escapar alguns fiozinhos no pescoço.

Seus olhos são castanhos claros, quase verdes, expressivos, brilhantes.

Sua boca é linda. Os lábios são grossos e seu tom rosado é mais bonito que qualquer batom.

Seus dentes são ligeiramente tortinhos, só pra dar um charme.

Tem um corpo bonito, todo proporcional.

Seu modo de vestir combina com o seu jeito de ser. É descontraída quando pode, chique quando precisa, mas parece estar sempre à vontade, natural.

Como toda mulher ela é vaidosa, mas não ao ponto de ser chata. Gosto de vê-la quando se olha no espelho e fica conferindo se está "tudo em cima".

Sua pele macia tem um perfume que me deixa louco. Não dá pra descrever.

Mas pensando bem, o que é a altura de uma pessoa comparada à grandeza do seu espírito?

O que é a cor dos cabelos, ou o seu comprimento, ou se são lisos ou não, comparado ao prazer que sinto ao acariciá-los?

E a cor dos olhos então? O que importa é que quando ela olha pra mim, enxerga a minha alma.

E é de sua boca que saem as palavras que eu quero e preciso ouvir.

Mais importante que as curvas do seu corpo é a forma como ele se encaixa perfeitamente no meu.

Roupa nenhuma consegue deixá-la mais linda por fora do que é por dentro.

E nenhum espelho consegue ser fiel o bastante ao refletir sua imagem, porque ela é única!

E perfume nenhum é tão delicado quanto o seu toque!

Ela é divertida. Brinca de fazer careta na frente do espelho, e canta no chuveiro.

Se dá tão bem com o meu filho que, quando os vejo brincando juntos, não sei dizer qual dos dois é mais criança.

Ela é tão forte que não tem receio de demonstrar sua fragilidade.

Tem suas crises de tpm, mas nada que um chocolate, ou dois, ou três, não resolvam.

Não é perfeita. Não quer ser. E nem precisa.

Também não precisa pegar no meu pé, porque sabe que quando não estamos juntos, é nela que eu penso e é com ela que eu quero estar.

Pois é, está apresentada a mulher dos meus sonhos. Talvez não seja exatamente como eu descrevi, mas que ela existe, ah existe!

Do jeito que eu sou desligado, pode até ser que eu já a conheça, mas ainda não me toquei.

Mas quando eu me tocar, ah! ninguém me segura!

Caramba, estou ficando velho!!!!!!!

Comerciais que trazem muitas lembranças de um "tempo bom que não volta nunca mais"...

Sempre que encontrar "novidades", atualizarei este post, portanto visitem-no de vez em quando, ok? :)